O governador de São Paulo, João Dória (PSDB), anunciou agora (12h40) que a quarentena no Estado de São Paulo, que acabaria amanhã (06) será prorrogada até o dia 22 de abril. A decisão segundo ele se justifica pela grave situação do coronavírus no Brasil, em especial no estado que tem atualmente 275 mortes relacionadas ao coronavírus. Quinze a mais que o boletim do último sábado. A Secretaria de Saúde contabiliza aumento de 180% no número de mortes pela doença em uma semana. São 4.620 pessoas com coronavírus em São Paulo.

“Nós vamos proteger vidas, nós vamos tratar de salvar vidas, depois de salvar vidas vamos salvar a economia”, disse João Doria.

Eram esperadas algumas flexibilizações, mas praticamente nada foi alterado do decreto anterior e com isso comércios não essenciais devem continuar fechado em todo o Estado. Prefeituras não poderão tomar medidas por conta própria que desautorizem as regras estaduais e com isso, em Araraquara o comércio deve continuar fechado.

A coletiva de imprensa teve novamente a presença do médico infectologista David Uip. Ele foi diagnosticado com coronavírus, ficou 14 dias em isolamento e agora está curado.

O governador enviou ainda um recado para os prefeitos, alguns já tentaram “afrouxar” as regras de quarentena. “As prefeituras terão o dever, a obrigação de seguir as determinações do Governo de São Paulo. A Constituição Federal prevê isso. E devem exercer também, ao lado da Polícia Militar, o poder de polícia para fazer valer essa determinação. Nenhuma aglomeração, de nenhuma espécie, será admitida”, reforçou Dória.

O que pode abrir

Equipamentos de saúde (hospitais, clínicas, farmácias e consultórios odontológicos;

Transportadoras e armazéns;

Empresas de Telemarketing;

Transporte público;

Deliverys;

Petshops;

Supermercados e padarias;

Postos de combustível;

Limpesa Pública.

Empresas de telemarketing;

Petshops;

Deliverys;

Supermercados, mercados e padarias;

Limpeza pública;

Postos de combustível.

Bares e restaurantes podem funcionar desde que com portas fechadas e sem atendimento no local. Devem servir delivery.

1 comentário

  1. Como se resolve as nossas contas no comércio? Sou obrigado a fechar, mas o comércio dos pedágios não, porque?

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