O araraquarense Rodrigo Ribeiro, líder do Movimento Conservador da cidade, teve seu perfil retirado do ar pelo Twitter, nesta sexta-feira (24). A empresa segue determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Além de Ribeiro, outras 16 pessoas investigadas por investigação no escândalo das fake news tiveram a mesma surpresa.

Entre os atingidos está o dono das lojas Havan, o empresário Luciano Hang, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, os empresários Edgard Corona, Otávio Fakhoury e Bernardo Küster. Além do blogueiro Allan dos Santos.

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Essa decisão é um desdobramento da operação que, no final do mês de maio cumpriu mandados de busca e apreensão em todos os investigados de disseminares fake News em um esquema que seria organizado e financiado. A casa de Rodrigo Ribeiro, no Selmi Dei, chegou a ser alvo das buscas naquela oportunidade.

Até o fechamento dessa reportagem os perfis dele no Instagram e no Facebook ainda estavam ativos, mas devem sair do ar nas próximas horas. “Eu provavelmente terei minhas outras contas canceladas pelo ex-advogado do PCC, ministro tã nã nã, a gente não pode nem falar, mas está claro que você ter opinião no Brasil, você ter liberdade, se opor a todo um projeto que está sendo construído para transformar o Brasil em uma republiqueta comunista, chinesa, não vai parar. Eu peço até desculpas, mas não dá para fazer vista grossa, usar palavras bonitas diante de excessos que estão sendo cometidos nesse país em pleno 2020. É muito triste você ver que não pode dar opinião em um país que é democrático”, disse ele em um vídeo postado no Facebook.

A defesa de Luciano Hang vai recorrer da decisão. Em nota, o Twitter disse que “agiu estritamente em cumprimento a uma ordem legal proveniente de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF)”.

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