Por Willian Oliveira

Em outubro o bilionário Elon Musk, CEO da Tesla lançou um desafio para a ONU: explicar no Twitter como o Programa Mundial de Alimentos usaria U$$ 6,6 bilhões para combater a fome no mundo. O valor é equivalente a mais de R$ 36 bilhões.

Para conseguir os recusros, Musk colocaria ações da Tesla a venda. O desafio foi feito no mês passado e a ONU respondeu agora. “Você pediu um plano claro e livros abertos. Aqui está! Estamos prontos para falar com você — e com qualquer outra pessoa — que realmente queira salvar vidas”, tuitou o chefe do Programa Mundial de Alimentos da ONU, David Beasley. Elon Musk chegou a ser marcado na publicação.

Beasley aproveitou a oportunidade e ainda deixou um link para a página “Um apelo único para bilionários”, que tenta sensibilizar personalidades com muito dinheiro a fazer algo para combater a extrema pobreza no planeta.

Segundo a resposta da ONU, 43 países seriam beneficiados com a ajuda. US$ 3,5 bilhões seriam usados na alimentação e no serviço de logística para entrega aos necessitados. Seria criado um programa de distribuição de renda ou vale-alimentação que consumiria outros US$ 2 bilhões e, por fim, US$ 1,1 bilhão seria utilizado para financiar operações regionais e globais de combate a fome.

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